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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

EX-DELEGADO DO DOPS CONFESSOU QUE INCINEROU O CORPO DE FERNANDO SANTA CRUZ




O Coletivo Advogados para Democracia apresenta importante resgate histórico retirado do documento final da Comissão Nacional da Verdade, onde o ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) Cláudio Guerra confessa ter incinerado corpos de presos políticos durante a ditadura no Brasil. Entre eles, o de Fernando Santa Cruz, pai do atual presidente da OAB Federal. 
O fato ocorreu na Usina Cambahyba, localizada em Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio de Janeiro.

Trata-se de mais um documento que comprova a falta de compromisso com a verdade e com a dignidade da pessoa humana por parte daquele que está na Presidência da República. 

Confira:



quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

CNV: UM ANO DEPOIS, TUDO COMO DANTES


No dia 10 de dezembro de 2014 a presidenta Dilma Rousseff recebeu em cerimônia aberta realizada no Palácio do Planalto, na presença de alguns convidados e de muitos jornalistas, o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV). 

O documento, que consiste de milhares de páginas espalhadas em vários volumes, oferece uma visão aprofundada da Ditadura Militar, das estruturas repressivas e das atrocidades que cometeu. E elenca vinte e nove recomendações ao Estado brasileiro, de medidas cuja finalidade é sanar graves injustiças que ainda perduram no país, bem como suprimir certas legislações e aparatos estatais que, herdados do período ditatorial, continuam em vigor até hoje.
Um ano depois da entrega do relatório final, cabe perguntar quais recomendações da CNV foram acatadas pelo governo brasileiro, se as medidas sugeridas foram implantadas ao menos parcialmente, se o Executivo passou a conceber em outros termos as questões relativas à Memória, à Verdade e à Justiça. Porém, por desgraça, não será preciso dissertar longamente a respeito. A dura realidade é que o governo decidiu engavetar o relatório final da CNV e fazer ouvidos moucos a tudo que a comissão recomendou. Como disse o ministro Aloisio Mercadante, quando na Casa Civil: “Esse assunto já nos criou muitos problemas”.

Retrocessos graves ocorreram de lá para cá. Em maio de 2015, honras militares e de Estado foram prestadas à memória do general Leônidas Pires Gonçalves — torturador identificado como tal pela CNV — com a conivência do então ministro da Defesa, Jacques Wagner. A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) perdeu seu status ministerial. A Câmara dos Deputados prepara-se para votar novamente a “Lei Antiterrorismo”, proposta pelo Executivo e que representa dura ameaça aos movimentos sociais. Por fim, em paralelo a tudo isso, em diferentes pontos do Brasil as Polícias Militares continuam a perpetrar chacinas em série, sem que o governo federal se pronuncie a respeito.

Os fatos sucintamente relatados no parágrafo anterior chocam-se com as recomendações da CNV, que constam da Parte V, Capítulo 18 do Relatório Final. Basta uma simples leitura dessas recomendações para entender que são medidas cruciais, condições para a verdadeira democratização do nosso país. Contudo, o governo as declarou natimortas, ainda no mandato anterior, por considerá-las “problemas”. Por uma questão de espaço, citaremos apenas algumas, entre as que nos parecem fundamentais:

— [1] “Reconhecimento, pelas Forças Armadas, de sua responsabilidade institucional pela ocorrência de graves violações de direitos humanos durante a Ditadura Militar (1964 a 1985)”. Medida autoexplicativa. Relatório final, p. 964.

— [2] “Determinação, pelos órgãos competentes, da responsabilidade jurídica. 
– criminal, civil e administrativa – dos agentes públicos que deram causa às graves violações de direitos humanos ocorridas no período investigado pela CNV, afastando-se, em relação a esses agentes, a aplicação dos dispositivos concessivos de anistia inscritos nos artigos da Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979, e em outras disposições constitucionais e legais”. Trocando em miúdos, a CNV recomenda ao governo a anulação da Lei da Anistia de 1979, de modo a fazer cessar a impunidade dos torturadores, militares e civis. Ela cita expressamente, na fundamentação dessa proposta, a decisão tomada pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) sobre a matéria, em 2010, ao julgar apelo referente aos desaparecidos da Guerrilha do Araguaia (“Caso Lund”). Relatório final, p. 966.


—[12] “Dignificação do sistema prisional e do tratamento dado ao preso”. Proposta autoexplicativa. Relatório final, p. 969.


— [18] “Revogação da Lei de Segurança Nacional” (LSN). A atual LSN, que é a Lei nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983, reflete as concepções doutrinárias que prevaleceram no período 1964-1985. Relatório final, p. 971.

— [20] “Desmilitarização das polícias militares estaduais”. Diz a CNV: “A atribuição de caráter militar às polícias militares estaduais, bem como sua vinculação às Forças Armadas, emanou de legislação da Ditadura Militar, que restou inalterada na estruturação da atividade de segurança pública fixada na Constituição brasileira de 1988. Essa anomalia vem perdurando [...]. Torna-se necessário, portanto, promover as mudanças constitucionais e legais que assegurem a desvinculação das polícias militares estaduais das Forças Armadas e que acarretem a plena desmilitarização desses corpos policiais, com a perspectiva de sua unificação em cada Estado”. Relatório final, p. 971.

— [21] “Extinção da Justiça Militar Estadual” e [22] “exclusão de civis da jurisdição da Justiça Militar federal”. Explica a CNV: “A desmilitarização das polícias estaduais deve implicar a completa extinção dos órgãos estaduais da Justiça Militar ainda remanescentes. Reforma constitucional deve ser adotada com essa finalidade, resultando na previsão unicamente da Justiça Militar federal, cuja competência, conforme ressaltado no item subsequente, deverá alcançar apenas os efetivos das Forças Armadas”. Relatório final, p. 972.

— [26] “Estabelecimento de órgão permanente com atribuição de dar continuidade às ações e recomendações da CNV”. A comissão, que se extinguiu em dezembro de 2014, avalia que as perspectivas abertas com seu trabalho e o grande volume de informações colhidas “indicam a conveniência de estabelecimento de um órgão de seguimento com funções administrativas, com membros nomeados pela Presidência da República, representativos da sociedade civil, que, em sintonia com órgãos congêneres já existentes, como o CNDH [Conselho Nacional dos Direitos Humanos], a CEMDP [Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos] e a Comissão de Anistia, deverá dar sequência à atividade desenvolvida pela CNV”. Relatório final, p. 973.

— [27] “Prosseguimento das atividades voltadas à localização, identificação e entrega aos familiares ou pessoas legitimadas, para sepultamento digno,
dos restos mortais dos desaparecidos políticos”.
Proposta autoexplicativa, sabendo-se que a imensa maioria dos desaparecidos políticos permanece não localizada. Relatório final, p. 974.

— [29] “Prosseguimento e fortalecimento da política de localização e abertura
dos arquivos da Ditadura Militar”.

Salto de qualidade

As dez medidas ou iniciativas propostas acima, caso adotadas pelo governo, representariam um salto de qualidade em relação ao cenário atual, tanto no tocante à luta contra a impunidade dos que cometeram crimes a serviço da Ditadura Militar, e à luta por verdade e memória, quanto no enfrentamento e superação das gravíssimas violações de direitos humanos que são praticadas cotidianamente: extermínio de jovens negros e pobres, extermínio de povos indígenas, violências policiais, torturas praticadas por agentes públicos e tantas outras.

Uma das raras recomendações da CNV que se materializaram no período foi a [25]: “Introdução da audiência de custódia, para prevenção da prática da tortura e de prisão ilegal”. Um passo notável, sem dúvida, mas totalmente insuficiente. A criação de um órgão permanente para dar seguimento às investigações da CNV (recomendação 26) chegou a ser aventada na antiga SDH, naufragando em meio à recomposição ministerial e ao rebaixamento da pasta.

É uma tragédia que, em dezesseis anos de mandatos democrático-populares, os governantes eleitos e seus ministros tenham enxergado e conduzido a questão da Ditadura Militar e da chamada “segurança pública” com os olhos da classe dominante.

A pequenez e a mediocridade dos que veem apenas “problemas” no acerto de contas entre a sociedade brasileira e a Ditadura Militar colocaram o Brasil na deplorável situação de retardatário entre as nações da América Latina que buscaram rever o passado. O Chile, não obstante a autoanistia dos militares, mantém encarcerados mais de uma centena de altos oficiais implicados em crimes durante a ditadura de Augusto Pinochet, e o ditador argentino general Rafael Videla, genocida confesso, morreu preso.

Nós que lutamos por Memória, Verdade e Justiça continuaremos batalhando para superar este estado de pusilanimidade institucional e para que as recomendações da CNV sejam cumpridas pelo governo. Continuaremos a exigir que as Forças Armadas abram seus arquivos ao invés de sonegá-los e escamoteá-los. Continuaremos denunciando e incomodando aqueles que se negam a exercer a plenitude do poder civil. Continuaremos lutando pela punição dos que cometeram crimes em nome e a serviço da Ditadura Militar e dos que financiaram a repressão e as torturas.

Não haverá democracia no Brasil enquanto não forem punidos os crimes da Ditadura Militar. E não é aceitável que, a cada quatro anos, o horizonte dessa punição se torne mais distante do que nunca. A cada mãe de desaparecido político que morre, somos lembrados da enorme iniquidade que nos oprime e asfixia. Que parece zombar de nós, a dizer: “Nada mudará! Os torturadores venceram ontem e vencerão hoje e amanhã!”.

Pois estamos aqui para contestar. Para dizer não à morte e à covardia. No Dia em que se comemoram os Direitos Humanos, 10 de dezembro, estamos aqui para reafirmar: lutaremos, hoje e sempre.

Não ao golpe!

Finalizávamos a redação deste artigo quando se colocava em marcha, na Câmara dos Deputados, o início do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Merece nosso integral repúdio a iniciativa do deputado Eduardo Cunha, presidente da casa em vias de perder o mandato, de instaurar um processo claramente golpista, sem fundamentação legal e totalmente ilegítimo.

Enxergamos entre os que propõem e acalentam o impeachment os setores mais retrógrados das elites brasileiras, derrotados na eleição de 2014 e que, interessados em destruir direitos trabalhistas e conquistas democráticas da nossa sociedade, chegam a flertar com o fascismo.

Portanto, nossas críticas ao governo não nos impedem de repelir o golpismo espúrio que ameaça os avanços democráticos. Não ao golpe! Fora Cunha!

Márcio Sotelo Felippe
Pedro Estevam da Rocha Pomar
José Luiz Del Roio

p/COMITÊ PAULISTA PELA MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA - CPMVJ
__________________________________________
Endereço para correspondência: Rua Maria Paula, 122, 7º andar, cjtº 706 Bela Vista, São Paulo (SP) –CEP 01.319-907 Fone: 3115-2510 e 3242-2406 e-mail: comite.mvj.sp@gmail.com

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

LISTA DOS CRIMINOSOS IMPUNES DA DITADURA

A Comissão da Verdade do Coletivo Advogados para a Democracia reitera a necessidade de ampla divulgação da lista de agentes golpistas, entreguistas e corruptos da ditadura civil-militar que torturaram, estupraram, assassinaram e ocultaram cadáveres publicando os 377 nomes que fazem parte desse passado nefasto da nossa história segundo indicação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade.

Punição aos covardes que praticaram crimes de lesa-humanidade!

Abeylard de Queiroz Orsini
Abílio Correa de Souza
Adalberto de Barros Nunes         
Ademar Augusto de Oliveira
Adhemar de Queirós         
Adolpho Corrêa de Sá e Benevides
Adyr Fiuza de Castro         
Ailton Guimarães Jorge
Ailton Joaquim 
Alberi Vieira dos Santos
Alberto Octávio Conrado Avegno
Alcides Cintra Bueno Filho         
Alcides Singillo
Alfredo Karam      
Alfredo Magalhães
Aloísio Fernandes
Altair Casadei
Aluísio Madruga de Moura
Álvaro de Rezende Rocha         
Amadeu Martire
Amaury Kruel
Amílcar Lobo Moreira da Silva 
André Leite Pereira Filho
Aníbal de Carvalho Coutinho
Antônio Bandeira         
Antônio Carlos da Silva Muricy
Antônio Cúrcio Neto
Antônio da Silva Campos  *
Antônio Dácio Franco Amaral
Antônio Fernando Hughes de Carvalho 
Antônio Ferreira Marques         
Antônio Frederico Motta Arentz     
Antônio Jorge Correa         
Antônio Valentini
Antônio Vilela
Antônio Waneir Pinheiro Lima
Aparecido Laertes Calandra
Aramis Ramos Pedrosa
Areski de Assis Pinto Abarca
Argentino Teodoro Tavares
Argus Lima
Arildo de Toledo Viana
Armando Avólio Filho
Armando Canger Rodrigues
Armando Patrício
Arnaldo Siqueira 
Arthur da Costa e Silva         
Arthur de Britto Pereira
Artur Falcão Dizeu
Ary Casaes Bezerra Cavalcanti     
Ary Casagrande
Ary Pereira de Carvalho
Astorige Correa de Paula e Silva
Átila Rohrsetzer
Attila Carmelo
Audir Santos Maciel     
Augusto Fernandes Maia          
Augusto Hamann Rademaker Grunewald        
Aurélio de Lyra Tavares        
Aylton Siano Baeta
Benoni de Arruda Albernaz
Bento José Bandeira de Mello           
Breno Borges Fortes
Carlos Afonso Dellamora         
Carlos Alberto Augusto
Carlos Alberto Brilhante Ustra      
Carlos Alberto Cabral Ribeiro        
Carlos Alberto da Fontoura        
Carlos Alberto Ponzi     
Carlos de Brito
Carlos Eduardo Jordão Montenegro        
Carlos Sergio Torres
Carlos Teixeira Marra
Carlos Victor Mondaine Maia
Carlos Xavier de Miranda     
Cecil de Macedo Borer
Celso Lauria
Cláudio Antônio Guerra
Clemente José Monteiro Filho         
Confúcio Danton de Paula Avelino         
Cyro Guedes Etchegoyen
Dalmo Lúcio Muniz Cyrillo
Darcy Jardim de Matos     
Darcy Ursmar Villocq Vianna
David dos Santos Araújo
Décio Brandão Camargo
Délio Jardim de Mattos        
Deoclécio Paulo 
Dilmar de Vasconcelos Rosa      
Dilson Lyra Branco Verçosa
Dirceu Gravina
Dulene Aleixo Garcez dos Reis
Edevarde José
Edison Boscacci Guedes         
Edmilson Almeida Cruz
Edmundo Drummond Bittencourt Herculano
Ednardo DAvila Mello
Edsel Magnotti
Edson Sá Rocha
Eduardo Gomes
Eduardo Rodrigues
Elias Freitas
Elson Valeriano
Emilio Garrastazú Medici        
Eni de Oliveira Castro  *
Ênio de Albuquerque Lacerda        
Ênio Pimentel da Silveira
Enir Barcelos da Silva
Epaminondas Pereira do Nascimento
Erar de Campos Vasconcelos
Ernani Ayrosa da Silva         
Ernani Jorge Correa
Ernesto Beckmann Geisel         
Ernesto de Melo Batista        
Ernesto Eleutério
Ernesto Milton Dias
Euro Barbosa de Barros
Everaldo José da Silva *
Ewaldo Miranda
Ezy Ramalho Feitosa
Félix Freire Dias
Ferdinando Muniz de Farias
Fernando Ayres da Motta  *
Fernando Belfort Bethlem         
Fernando Pessoa da Rocha Paranhos     
Firmiano Pacheco Netto
Firmino Peres Rodrigues     
Flávio de Marco         
Flávio Hugo de Lima Rocha         
Floriano Aguilar Chagas
Floricio Fornaciari
Francisco de Assis Corrêa de Mello        
Francisco Demiurgo Santos Cardoso     
Francisco Homem de Carvalho        
Francisco Moacyr Meyer Fontenelle
Francisco Torres Dutra
Freddie Perdigão Pereira
Frederico Ildefonso Marri Amaral
Gastão Barbosa Fernandes
Gastão Batista de Carvalho       
Gentil Marcondes Filho         
Gentil Nogueira Paes
Geraldo Azevedo Henning        
Geraldo de Araújo Ferreira Braga      
Geraldo Rebello
Gilberto Airton Zenkner     
Golbery do Couto e Silva        
Gonçalino Curio de Carvalho
Graccho Guimarães Silveira
Gustavo Eugênio de Oliveira Borges
Harim de Sampaio dOliveira
Harry Shibata     
Haydn Prates Saraiva
Hélio da Mata Resende  *
Hélio Ibiapina Lima        
Herbert de Bastos Curado
Herculano Leonel
Herculano Pedro de Simas Mayer     
Hilário José Corralis
Hilton Fernandes da Silva
Homero César Machado     
Hugo Caetano Coelho de Almeida
Hugo de Andrade Abreu         
Humberto de Alencar Castello Branco         
Humberto Ribeiro Quintas
Humberto Serrano de Souza
Hygino de Carvalho Hércules
Innocêncio Fabrício de Mattos Beltrão
Iris Lustosa de Oliveira
Isaac Abramovitc
Ivahir Freitas Garcia
Jacy Ochsendorf e Souza
Jáder de Jesus Coutinho
Jair Romeu
Jamil Jomar de Paula
Jayr Gonçalves da Motta
Jeovah Silva
Joalbo Rodrigues de Figueiredo Barbosa
João Alves de Souza
João André Dias Paredes
João Baptista de Oliveira Figueiredo       
João Câmara Gomes Carneiro
João Carlos Tralli
João Clementino Silva 
João de Alvarenga Soutto Mayor
João Dutra de Castilho
João Grigorian
João Guilherme Figueiredo
João Henrique Ferreira de Carvalho
João Lucena Leal
João Medeiros
João Oswaldo Leivas Job
João Pagenotto
João Paulo Moreira Burnier        
João Pedro do Rego
João Pinto Pacca     
João Rodrigues Pinheiro
João Santa Cruz Sacramento
João Tarcísio Cartaxo Arruda
Joaquim Felix de Carvalho
Joaquim Januário de Araújo Coutinho Netto      
Joelmir Campos de Araripe Macedo        
Jonas Braga *
Jonas Fontinelli
Jorge Francisco Inácio
Jorge José de Carvalho
Jorge José Marques Sobrinho        
Jorge Nunes Amorim
José Alves Assunção Menezes
José Anselmo dos Santos
José Antônio de Mello
José Antônio Nogueira Belham
José Bartolomeu Lemos Gibson
José Benedito Montenegro de Magalhães Cordeiro
José Brant Teixeira
José Carlos Campos Filho
José Cirilo Borges
José Conegundes do Nascimento
José de Ribamar Santos
José do Bonfim Pinto
José Felix Gaspar
José Ferreira da Silva  *
José Geraldo Ciscato
José Gomes Vidal
José Gonçalves Dias
José Guilherme Figueiredo
José Henrique da Fonseca
José Lino Coutinho da França Netto
José Luiz Coelho Netto
José Manoel Pereira
José Maria Francisco
José Morsch
José Nei Fernandes Antunes
José Ney Fernandes Antunes     
José Oliveira Silvestre
José Pereira de Vasconcellos
José Rodrigues
Josecir Cuoco
Júlio Roberto Cerdá Mendes
Júlio Saboya de Araújo Jorge
Jurandir Gomes de Carvalho
Jurandyr Ochsendorf e Souza
Lenilso Tabosa Pessoa
Léo Frederico Cinelli
Leo Guedes Etchegoyen
Leônidas Pires Gonçalves
Leuzinger Marques Lima
Lício Augusto Ribeiro Maciel
Lindolpho Rodrigues Coelho
Lourival Gaeta
Lúcio Valle Barroso
Luís Felippe Carneiro de Lacerda Netto
Luis Martins de Miranda Filho
Luiz Alves Ferreira
Luiz Arthur de Carvalho
Luiz Augusto Paraguassu de Sá          
Luiz Carlos Menna Barreto
Luiz Ferreira Barros
Luiz Macksen de Castro Rodrigues
Luiz Mário Valle Correia Lima
Luiz Shinji Akaboshi
Luiz Soares de Souza Rocha
Luiz Timótheo de Lima
Manoel Pio Corrêa Júnior
Márcio de Souza e Mello         
Marco Antonio Povolleri
Marco Aurélio da Silva Reis
Marcos de Almeida
Marcos Henrique Camillo Cortes
Marcus Antônio Brito de Fleury
Mario Borges
Mário de Souza Pinto *
Mario Espedito Ostrovski
Mário Nelson Matte
Mário Orlando Ribeiro Sampaio     
Mario Santalucia 
Maurício José de Freitas
Maurício Lopes Lima
Maximiano Eduardo da Silva Fonseca      
Melillo Moreira de Mello         
Miguel Cunha Lanna
Milton Souto da Silva 
Milton Tavares de Souza.        
Moacir Gomes de Almeida
Murilo Fernando Alexander
Nelson Costa
Nelson Freire Lavenére Wanderley
Nereu de Mattos Peixoto
Newton Araújo de Oliveira e Cruz      
Newton Jerônimo Gibson Duarte Rodrigues
Newton Vassalo da Silva         
Ney Armando de Mello Meziat
Nilo Caneppa da Silva
Nilo Hervelha
Nilton de Albuquerque Cerqueira
Octávio Aguiar de Medeiros         
Odeíno Gomes da Silva
Odilon Lima Cardoso
Olavo Vianna Moog
Olinto Ferraz
Olympio Pereira da Silva
Onildo Benicio Rogeno
Orlando Beckmann Geisel         
Orlando José Bastos Brandão
Oscar Geronymo Bandeira de Mello
Osvaldo Ferrarez de Castro
Otávio DAndrea
Otávio Gonçalves Moreira Júnior
Otávio Rainolfo da Silva
Paulo Augusto de Queiroz Rocha 
Paulo Bordini
Paulo Bosísio        
Paulo Malhães
Paulo Rosa
Paulo Rufino Alves         
Paulo Sérgio Nery 
Pedro Antônio Mira Grancieri
Pedro Carlos Seelig 
Pedro Correa Cabral
Pérsio José Ribeiro Carneiro 
Raul Nogueira de Lima
Raymundo Ronaldo Campos
Redivaldo Oliveira Acioly
Renato DAndréa
Renato de Miranda Monteiro     
Renato Sergio Lima Cappelano
Ricardo Agnese Fayad 
Riscala Corbage
Rível Gomes da Rocha
Roberto Andrade Magalhães
Roberto Artoni
Roberto Augusto de Mattos Duque Estrada
Roberto Blanco dos Santos
Roberto Ferreira Teixeira de Freitas         
Roberto Hipólito da Costa
Rogério Matos do Nascimento
Romeu Tuma
Rubem Otero
Ruben do Nascimento Paiva         
Rubens Cardozo de Mello Tucunduva
Rubens Gomes Carneiro
Rubens Paim Sampaio
Rubens Pedro Macuco Janini
Rubens Robine Bizerril
Ruy de Paula Couto      
Ruy Lisbôa Dourado
Salim Raphael Balassiano
Samuel Augusto Alves Correa
Samuel Haberkom
Sandoval de Sá
Sebastião Alvim
Sebastião Cândido
Sebastião Curió Rodrigues de Moura
Sebastião de Oliveira e Souza
Sebastião José Ramos de Castro
Sergio Belmiro Acovesta 
Sérgio de Oliveira
Sérgio Fernando Paranhos Fleury         
Sérgio Tavares Doherty     
Sylvio Couto Coelho da Frota
Syzeno Ramos Sarmento
Tamotu Nakao      
Thacyr Omar Menezes Sia        
Thaumaturgo Sotero Vaz 
Ubirajara Ribeiro de Souza 
Uriburu Lobo da Cruz     
Valter da Costa Jacarandá
Vasco Elias Rossi
Vicente de Paulo Dale Coutinho        
Waldir Coelho 
Walter Pires de Carvalho e Albuquerque       
Walter Sayeg      
Wilson Brandi Romão
Wilson Luiz Chaves Machado     
Ydyno Sardenberg Filho 
Zilmar Campos Araripe Macedo         
Zuiderzee Nascimento Lins